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Zimmer, Inc.

Tecnologia metal-com-metal Metasul®

Existem diferenças importantes entre as ligas de metal utilizadas nas interfaces de metal-com-metal. A Zimmer é o único fabricante que utiliza uma liga de cobalto-crómio (CoCr) forjado com alto teor de carbono para todas as interfaces de metal-com-metal.

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  • A liga de CoCr forjado com alto teor de carbono utilizada no material Metasul tem uma maior rigidez
  • Vários estudos in vitro sobre desgaste demonstram uma diferença significativa no desgaste entre as ligas com alto teor de carbono (concentração de carbono entre 0,20% e 0,25%) e as ligas com baixo teor de carbono (concentração de carbono entre 0,05% e 0,08%)2-8
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    • Um estudo independente recente demonstra uma tendência clara para que os componentes fabricados a partir de CoCr forjado tenham uma aspereza da superfície inferior à dos fabricados a partir de CoCr fundido.9 Esta situação verifica-se porque o material Metasul contém carbonetos mais finos com uma distribuição de carbonetos mais homogénea.
    • Tem sido demonstrado que uma aspereza mais reduzida facilita a criação de uma película de lubrificação mais espessa,10,11 fornecendo uma lubrificação mais eficiente e contribuindo para a redução do desgaste

     

     

Resultados clínicos

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Os recentes relatórios clínicos confirmam diversos estudos clínicos anteriores sobre o material Metasul que demonstraram excelentes resultados, com taxas de sobrevivência de 96,1% a 100%.12-19

 

Considerações adicionais - Iões de metal

Tem havido bastante discussão na literatura sobre as articulações de metal-com-metal e a possibilidade de libertação de iões de metal. As articulações de metal-com-metal têm sido associadas a um aumento do nível de cobalto (Co) e crómio (Cr) no sangue e soro destes doentes submetidos a substituição da articulação. Embora as concentrações sejam mais elevadas nos doentes que têm articulações de metal-com-metal do que nos que não têm, concluiu-se que o risco de cancro não é mais elevado do que nos que não têm articulações de metal-com-metal.20

Para obter toda a informação divulgada sobre os riscos para os doentes, consulte as instruções de utilização dos Implantes Metasul.

 

Hipersensibilidade ao metal

As diferenças nos sistemas de interfaces de metal-com-metal podem incluir a composição química (teor de carbono), os métodos de processamento dos materiais e a geometria (aspereza da superfície, diâmetro da articulação, esfericidade e folga do diâmetro). Qualquer uma destas diferenças pode afetar a incidência de osteólise e libertação de esterilidade, pois as causas destas complicações são multifatoriais.21

A experiência agregada a nível mundial com interfaces de metal-com-metal de CoCr com alto teor de carbono indica que a incidência da hipersensibilidade é de aproximadamente de 2 por 10 000.22

Embora alguns investigadores sugiram que os resíduos de metal podem suscitar um tipo de resposta de hipersensibilidade de tipo IV, não é claro que as reações de hipersensibilidade afetem o desempenho do implante na maioria dos doentes.8
 
De acordo com um editorial do JBJS, de 2006, "A evidência que relaciona a osteólise e a libertação de esterilidade com a hipersensibilidade ao metal é circunstancial; não foi estabelecida ainda uma relação causa-efeito."21

Embora alguns estudos tenham demonstrado concentrações de cobalto e crómio ligeiramente elevadas no sangue ou soro de doentes com implantes de metal-com-metal, os dados de 110 792 artroplastias totais da anca e de 29 800 artroplastias totais do joelho não suportam uma relação causal entre as articulações de metal-com-metal e o desenvolvimento de cancro.23

A exposição prolongada aos metais das interfaces de metal-com-metal é bem tolerada em relação aos riscos de cancro pela população idosa submetida a artroplastia total do joelho .20