O sistema de parafusos pediculares PathFinder NXT® Minimally Invasive é o passo seguinte em MIS. Sustentado por um legado de êxito clínico com o sistema original PathFinder®, o sistema PathFinder NXT oferece uma maior liberdade no procedimento e um fluxo de trabalho otimizado para uma ampla gama de procedimentos MIS.
Oferecendo implantes e instrumentação intuitivos e versáteis, o sistema PathFinder NXT proporciona aos cirurgiões da coluna uma solução para responderem a diversas patologias com uma abordagem menos invasiva.
ZS-SA0700-14_A
O sistema PathFinder NXT, da Zimmer Spine, é composto por hastes e parafusos canulados poliaxiais e destina-se a proporcionar estabilização temporária após a cirurgia de fusão da coluna. A vasta gama de comprimentos de hastes de coluna incluídas no sistema PathFinder NXT permite ao cirurgião colocar parafusos pediculares poliaxiais através de um procedimento aberto ou por mini-abertura.
O sistema PathFinder NXT foi concebido para ajudar na correção cirúrgica de diversos tipos de afeções da coluna. Este sistema destina-se exclusivamente a proporcionar estabilização durante o desenvolvimento de uma fusão sólida com auto-enxerto ou aloenxerto. Estes implantes destinam-se a ser removidos após o desenvolvimento de uma massa de fusão sólida.
O sistema PathFinder NXT permite apenas a colocação de hastes de titânio de 5,5 mm
Seguem-se avisos, precauções e efeitos adversos específicos que devem ser compreendidos pelo cirurgião e explicados ao doente. Estes avisos não incluem todos os efeitos adversos que podem ocorrer com as cirurgias em geral, mas são considerações importantes específicas dos dispositivos metálicos de fixação interna. Devem ser explicados aos doentes, antes da cirurgia, os riscos genéricos das cirurgias.
1. NOS ESTADOS UNIDOS, ESTE PRODUTO TEM LIMITAÇÕES DE ROTULAGEM.
2. A SEGURANÇA E A EFICÁCIA DOS SISTEMAS DE PARAFUSOS PEDICULARES PARA COLUNA FORAM ESTABELECIDAS APENAS PARA AFEÇÕES DA COLUNA COM INSTABILIDADE MECÂNICA OU DEFORMIDADE SIGNIFICATIVAS, QUE NECESSITEM DE FUSÃO COM INSTRUMENTOS. Estas afeções são instabilidade mecânica significativa secundária a espondilolistese degenerativa, com evidências objetivas de comprometimento neurológico, fratura, deslocamento, escoliose, cifose, tumor da coluna e fusões prévias mal sucedidas (pseudartrose). A segurança e a eficácia destes dispositivos em quaisquer outras condições são desconhecidas.
3. O BENEFÍCIO DE FUSÕES DA COLUNA UTILIZANDO QUALQUER SISTEMA DE FIXAÇÃO DE PARAFUSOS PEDICULARES NÃO FOI ADEQUADAMENTE ESTABELECIDO EM DOENTES COM COLUNAS ESTÁVEIS. Os potenciais riscos identificados na utilização deste sistema de dispositivos, que poderão requerer cirurgia adicional, incluem:
a) Fratura de componentes dos dispositivos
b) Perda de
fixação
c) Não união
d) Fratura das vértebras
e)
Dano neurológico
f) Dano vascular ou visceral
4. A SELEÇÃO CORRETA DO IMPLANTE É EXTREMAMENTE IMPORTANTE. O potencial para uma fixação satisfatória aumenta com a seleção do tamanho, formato e desenho adequados do implante. Embora a seleção adequada possa ajudar a minimizar os riscos, o tamanho e o formato dos ossos humanos apresentam limitações ao tamanho, formato e resistência dos implantes. Os dispositivos metálicos de fixação interna não conseguem suportar os mesmos níveis de atividade que um osso saudável normal. Não se pode esperar que nenhum implante consiga suportar indefinidamente a tensão sem apoio do suporte do peso total.
5. OS IMPLANTES PODEM PARTIR-SE, SE FOREM SUJEITOS À CARGA EXCESSIVA ASSOCIADA À UNIÃO RETARDADA OU À NÃO UNIÃO. As aplicações de fixação interna são dispositivos de partilha da carga que são utilizados para obter um alinhamento até ocorrer uma cicatrização normal. Se a cicatrização for retardada ou não ocorrer, o implante poderá partir-se devido a fadiga do metal. O grau ou o êxito da união, as cargas produzidas pelo suporte de pesos e os níveis de atividade, entre outras condições, irão ditar a longevidade do implante. Os entalhes, os riscos ou a dobragem do implante durante a cirurgia também podem contribuir para uma falha precoce. Os doentes devem ser totalmente informados sobre os riscos de falha do implante.
6. A MISTURA DE METAIS PODE CAUSAR CORROSÃO. Existem muitas formas
de danos por corrosão e várias delas ocorrem em metais implantados
cirurgicamente em seres humanos. Em todos os metais e ligas
implantados existe corrosão geral ou uniforme. A taxa de ataque
corrosivo em dispositivos de implantes metálicos é normalmente
bastante reduzida, devido à presença de películas superficiais
passivas. O contacto entre metais dissemelhantes, tal como o titânio e
o aço inoxidável, acelera o processo de corrosão do aço inoxidável e o
ataque ocorre mais rapidamente. A presença de compostos da corrosão
libertados para o sistema corporal
também aumenta. Os
dispositivos de fixação interna, tais como hastes, ganchos, fios,
etc., que entram em contacto com outros objetos metálicos, têm de ser
fabricados em metais semelhantes ou compatíveis.
7. SELEÇÃO DO DOENTE. Na seleção de doentes para dispositivos de fixação interna, os seguintes 7 fatores podem ser de extrema importância para o eventual êxito do procedimento:
a) O peso do doente. Um doente com excesso de peso ou obeso pode
produzir cargas no
dispositivo que podem conduzir a uma
falha do aparelho e da operação.
b) A profissão ou atividade do doente. Se o doente estiver
envolvido numa profissão ou atividade
que inclua andar,
correr, elevar pesos ou esforço muscular em grandes quantidades,
as
forças resultantes podem causar a falha do dispositivo.
c) Um estado de senilidade, doença mental, alcoolismo ou abuso
de drogas. Estes
estados, entre outros, podem fazer com
que o doente ignore determinadas limitações
e precauções
necessárias na utilização do aparelho, o que podem conduzir à falha do
implante
ou a outras complicações.
d) Determinadas doenças degenerativas. Em alguns casos, a
progressão da doença degenerativa
pode estar tão avançada
no momento da implantação que poderá diminuir
substancialmente a duração esperada do aparelho. Nestes casos, os
dispositivos
ortopédicos apenas podem ser considerados
uma técnica de retardamento ou de alívio temporário.
e) Sensibilidade a corpos estranhos. Nos casos em que se
suspeite de sensibilidade ao material, devem
ser
realizados testes adequados antes da seleção ou da implantação do material.
f) Fumar. Observou-se que os doentes fumadores têm taxas mais
elevadas de
pseudartrose após procedimentos cirúrgicos
em que são utilizados auto-enxertos ou aloenxertos.
A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE COLUNA COM PARAFUSOS PEDICULARES DEVE SER REALIZADA EXCLUSIVAMENTE POR CIRURGIÕES EXPERIENTES, COM FORMAÇÃO ESPECÍFICA NA UTILIZAÇÃO DESTE SISTEMA DE COLUNA COM PARAFUSOS PEDICULARES, POIS TRATA-SE DE UM PROCEDIMENTO TECNICAMENTE EXIGENTE, QUE REPRESENTA UM RISCO DE FERIMENTO GRAVE PARA O DOENTE.
2. OS CIRURGIÕES DEVEM TER CONHECIMENTOS SOBRE COMO ORIENTAR PARAFUSOS PEDICULARES UTILIZANDO FLUOROSCOPIA E FIOS DE KIRSCHNER QUANDO UTILIZAM UMA TÉCNICA CIRÚRGICA COM MINI-ABERTURA OU PERCUTÂNEA.
3. OS IMPLANTES CIRÚRGICOS NUNCA DEVEM SER REUTILIZADOS. Os implantes metálicos explantados nunca devem voltar a ser implantados. Mesmo que o dispositivo não aparente ter danos, poderá ter pequenos defeitos e padrões de tensão interna que podem conduzir a uma quebra precoce.
4. O MANUSEAMENTO CORRETO DO IMPLANTE É EXTREMAMENTE IMPORTANTE. A moldagem dos implantes metálicos só deve ser efetuada com o equipamento adequado. O cirurgião/operador deve evitar qualquer entalhe, risco ou dobragem inversa dos dispositivos durante a moldagem. As alterações produzirão defeitos no acabamento da superfície e tensões internas, que podem tornar-se o ponto central de uma eventual quebra do implante. A dobragem dos parafusos irá reduzir significativamente a resistência à fadiga e poderá causar uma falha.
5. REMOÇÃO DO IMPLANTE APÓS A CICATRIZAÇÃO. Os implantes metálicos
podem soltar-se, fraturar, sofrer corrosão, migrar, aumentar um
eventual risco de infeção, provocar dor ou reduzir a densidade do osso
mesmo após a cicatrização, especialmente em doentes jovens e ativos. O
cirurgião deve ponderar cuidadosamente os riscos e os benefícios ao
decidir se deve ou não retirar o
implante. A remoção do implante
deve ser seguida de um controlo pós-operatório adequado, para evitar
uma nova fratura. Se o doente for idoso e tiver um reduzido nível de
atividade, o cirurgião pode optar por não remover o implante,
eliminando, assim, o risco que implicaria uma segunda intervenção cirúrgica.
6. FORNECER INSTRUÇÕES ADEQUADAS AO DOENTE. Os cuidados pós-operatórios e a capacidade e predisposição do doente para seguir instruções são dos aspetos mais importantes para uma cicatrização óssea bem-sucedida. O doente deve ser informado das limitações do implante e do facto de que a atividade física e o suporte total do peso têm estado implicados em dobras ou fraturas. O doente também deve compreender que um implante metálico não é tão forte como um osso normal e saudável e que poderá partir-se, caso seja excessivamente solicitado na ausência da cicatrização total do osso. Um doente ativo, debilitado ou com doença mental que não possa utilizar adequadamente dispositivos de suporte do peso, poderá estar particularmente em risco durante a reabilitação pós-operatória.
7. “O DISPOSITIVO não foi avaliado quanto à segurança e compatibilidade no ambiente de ressonância magnética. O DISPOSITIVO não foi testado quanto a aquecimento ou migração no ambiente de ressonância magnética”.
8. Todos os implantes e alguns instrumentos são de utilização única; consulte o rótulo do produto para determinar se o instrumento é de utilização única. Os dispositivos de utilização única não podem ser reutilizados. Os possíveis riscos associados à reutilização de dispositivos de utilização única incluem:
• Avaria mecânica
• Transmissão de agentes infecciosos